Ponto.

A151904-R1-20-21

Parado em um ponto de minha existência,

Percebo que meu existir talvez nunca existira.

Ser que eu sou, ou acredite ser certamente não é aquele que sou …

Ser cobrado por ser eu, é se punido por ser um ser que não existe!

Aos poucos a vista fica turva, e quente como que cortando minha face as lagrimas rolam,

afinal quem sou?

o que sou?

Silêncio, não ouço respostas,

leio fotografias velhas, digitais de um eu que não era, que não sou, que não quisera ser, mas que fui e que as vezes sou …

Afinal como ser?

Volto ao ponto de partida de minhas reflexões, e como não chego a lugar algum, pois pontos são apenas pontos, e minha existência é um ponto

final.

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